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Postado em dezembro 22nd, 2011

O que você quer ser quando crescer?

Por Roberta Branco
Você batalhou. Arregaçou a manga. Suou a camisa e construiu sua própria empresa. No final das contas seu casamento até resistiu, mas ficou abalado. Aos domingos você não levou seu filho para andar de bicicleta no parque, ao invés disso deu a ele vídeo games e computadores, enquanto ficava ao telefone resolvendo pepinos da empresa.
Se algum dos eventos acima faz lembrá-lo sua estória, tente correr atrás do prejuízo. Caso contrário todo o esforço terá sido em vão, já que seu filho não terá interesse em assumir seu lugar na empresa que tomou dele anos de infância.
Arquitetando o Futuro
Ter o próprio negócio é o sonho, e cada vez mais a concretização, de milhares de empreendedores. Entretanto, a maioria dos empresários se restringe a criar as asas e decolar o empreendimento, e por vezes, se esquecem de projetar o futuro da empresa. Não há como saber quais rumos ela tomará, mas há que se pensar em quem estará na posição de CEO quando tomadas de decisões forem necessárias.
Diz-se que os pais tendem a ser os ‘super-heróis’ dos filhos. Não é raro seu filho dizer ‘Quando crescer, quero ser igual ao meu pai’. Mas a frase só é válida quando a criança passa sua infância com experiências positivas. A principal delas está relacionada a uma vida familiar saudável. O convívio familiar precisa ser periódico e de qualidade.
Geração X
Não é raro encontrar alguém que seja neto de padeiro ou comerciante. Essas pessoas pertencem a gerações anteriores, compostas de imigrantes vindos, sobretudo, de Portugal. Assim, não é raro que o negócio iniciado há 40 anos esteja de pé ainda hoje, sendo administrado pela terceira geração.
Entretanto, com o passar dos anos, a formação da sociedade foi, naturalmente, se modificando. Desta forma, há mais probabilidade de encontrar um empreendedor que esteja partindo do zero. Então ele é o responsável por criar na família o mesmo sentimento de patriotismo que o comércio do imigrante possui.
Dicas para tirar seu filho da inércia
- Vez ou outra leve seu filho para ‘trabalhar’ com você. Mostre a ele o ambiente empresarial e desperte o sentimento de pertencimento e patriotismo.
- Diga frases de efeito, como ‘Tudo isso aqui é seu’; ou ‘Um dia você vai trabalhar aqui comigo’. Mas tenha cautela e não faça pressão.
- Evite discussões sobre a empresa na frente dele, sobretudo no horário das refeições.
- Passe mais momentos saudáveis com a família, principalmente nos finais de semana.


Postado em dezembro 14th, 2011

O sucesso do vendedor depende de seu desempenho como negociador. Veja os segredos de um dos maiores especialistas em negociação para chegar sempre a um acordo lucrativo.


Postado em dezembro 6th, 2011

Neste Natal não se esqueça de agradecer por ser vendedor!

Por Ana Leme

Natal, tempo de reflexão. Você, vendedor, já pensou no quanto é bom atuar na área comercial? Em tudo que você conquistou até hoje graças ao seu trabalho? Em todas as alegrias que ele proporcionou?
Há vendedores que só conseguiram realizar sonhos por conta dos ganhos variáveis que a carreira oferece. Cristina Melo, vendedora da Tintas MC, saiu de casa aos 20 anos e hoje mora em um lugar que construiu com o dinheiro que ganhou na área de vendas.
Vanessa Mayo, fundadora da Korai Cosmética, também realizou alguns sonhos de consumo com os prêmios que acumulou ao longo da carreira. “Aos 22 anos, dei uma geladeira de presente para a minha mãe com um bônus que ganhei pelo meu desempenho.”
A vendedora de carros Cláudia Galante conta que só conseguiu fazer o tão sonhado curso universitário após juntar em uma poupança todos os prêmios em dinheiro que ganhou durante dois anos. “Fui a primeira pessoa a fazer faculdade na minha família. Me orgulho muito disso e não sei se teria conseguido realizar esse sonho se não tivesse escolhido essa carreira.”
Outros vendedores adoram conhecer gente nova todo dia. “Gosto de transformar cada pessoa que passa pela porta da loja em um amigo. E essa amizade que faço com os meus clientes não tem preço,” diz Julio César Osório, supervisor de vendas da Central Surf. “Tudo que precisar, sei que posso contar com algum amigo que fiz no trabalho. Se o meu carro quebrar, por exemplo, dou um telefonema e resolvo.”
O conhecimento que o trabalho na área comercial proporciona também é inestimável. “Sou um generalista, conheço um pouco de cada segmento. Esse diferencial me abre muitas portas,” conta o representante comercial Antônio Augusto Rosas Jr.
A consultora de vendas Karla Ortiz concorda. “Tudo é passageiro: o dinheiro que você ganha, o carro que você compra… Agora, o que ninguém te tira é o conhecimento que você adquire ao longo da carreira.”
Porém, na opinião de Cláudia – e de inúmeros outros vendedores, certamente – por mais que a área comercial ofereça diversas vantagens, nenhuma delas se compara à sensação inigualável de fechar uma venda. “Cada negócio fechado deve ser encarado como uma vitória, porque significa que você cumpriu o seu dever. E graças ao seu produto ou serviço, o cliente pôde resolver um problema.”
Por isso, nós, do Eu Sei Vender, gostaríamos de desejar um excelente Natal a todos os vendedores.
E para ajudá-lo a bater sua meta em 2012, vamos continuar trabalhando para que você aprimore ainda mais a arte de vender, sempre com orgulho e motivação.