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Postado em março 21st, 2011
Infomoney 18 de março de 2011, às 08h11min A área comercial mostrou-se aquecida no segundo mês do ano e respondeu por 12% das 1.513 ofertas de vagas gerais no mercado de trabalho brasileiro, divulgou a Ricardo Xavier Recursos Humanos nesta quinta-feira (17).
Pouco atrás no número de posições abertas, está a área de Engenharia, com 9,2% das vagas, assim como a área financeira, com 7,2% das oportunidades lançadas em fevereiro. De acordo com a consultoria, as outras áreas que também estiveram aquecidas em fevereiro foram: Recursos Humanos (6,1%), Administrativa (4,8%) e Marketing (4,4%). Oportunidades O número de oportunidades no mercado de trabalho recuou 5,26% em fevereiro, em relação ao mês anterior, segundo o estudo. Devido ao menor número de dias úteis, fevereiro apresentou menos oportunidades de emprego no mercado de trabalho do que janeiro, explica a consultoria. “Fevereiro tem menos dias úteis do que o restante dos meses. Como o declínio em relação a janeiro foi muito pequeno, podemos verificar que, na verdade, o mercado de trabalho se manteve estável”, afirma o presidente da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Hélio Terra. As companhias nacionais seguiram entre as que mais abriram vagas de trabalho no período, com 76,53% das posições, sendo o restante das vagas oferecidas pelas multinacionais. Posições No segundo mês do ano, Engenharia foi a formação mais solicitada pelas empresas. Do total de vagas abertas, 21,07% exigiam engenheiros para as posições. Veja a relação das dez graduações mais solicitadas no período: 1. Engenharia (21,07%) 2. Administração (12,81%) 3. Ciências Contábeis (6,4%) 4. Economia (3,87%) 5. Propaganda/ Publicidade e Marketing (3,15%) 6. Psicologia (1,91%) 7. Tecnologia da Informação (1,86%) 8. Direito (1,39%) 9. Química (0,72%) 10. Farmácia/ Bioquímica (0,67%) Localidades Dentre elas, as que mais abriram vagas foram Campinas (24,85%) e São Paulo (23,53%). Na sequência, estão Salvador (15,86%), Rio de Janeiro (12,82%), Porto Alegre (12,69%), Belo Horizonte (9,91%) e Curitiba (0,34%). |
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