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	<title>V2V - de vendedor para vendedor</title>
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		<title>Quanto vale o tempo?</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 13:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você sabe a resposta, por que ainda não começou a ganhar dinheiro com isso? Por Roberta Branco Em oposição ao mercado segmentado, que encontra forças em um nicho de atuação específico, o comércio sofre constante necessidade de readequar-se aos hábitos de consumo da geração Y. Desta forma há uma tendência nos negócios mundiais em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você sabe a resposta, por que ainda não começou a ganhar dinheiro com isso?</p>
<p>Por Roberta Branco</p>
<p><span id="more-753"></span></p>
<p>Em oposição ao mercado segmentado, que encontra forças em um nicho de atuação específico, o comércio sofre constante necessidade de readequar-se aos hábitos de consumo da geração Y.</p>
<p>Desta forma há uma tendência nos negócios mundiais em “alongar-se” para ampliar a variedade de produtos e serviços. Isto é, para sobreviver, os comércios precisam parar de pensar somente na relação custo-benefício para o cliente, e precisam aprender a agregar um terceiro valor, o tempo.</p>
<p>Talvez você esteja com dificuldades em entender o que isto significa, mas pense na seguinte situação cotidiana: Você já deve estar acostumado a aproveitar o trânsito matinal para ligar o rádio e ouvir as principais notícias do dia. Mas não serial genial, se tudo o que fosse fazer, você conseguisse poupar tempo?</p>
<p>Por exemplo: que tal passar em consulta no médico, e aproveitar para cortar o cabelo, fazer as unhas e uma drenagem linfática ali mesmo?</p>
<p>Essa é a proposta da Clínica Santa Rita de Cássia, localizada na Zona Leste da capital paulista. No primeiro e no segundo andar, uma clínica médica comum. No prédio anexo, uma clínica de estética e um salão de beleza O médico e dono de todo engenho que está por traz disto, Dr. Barreira, explica: “Hoje as pessoas não têm paciência para fazerem as coisas longe de casa, desta forma é lucro para todos”.</p>
<p>Mas a lista de exemplos não acaba aí. Que tal passar na quitanda pertinho da sua casa e comprar frutas, verduras, carne, produtos para mercearia e até a ração e o ossinho para seu cachorro?</p>
<p>Assim é a quitanda do Sr. Sussumu Onishi. Aberta em 2002, a quitanda é alugada, e com o valor recebido pela sublocação de parte do local, Sussumu recupera 30 % do valor do aluguel. Em declaração para a revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, ele afirma “A gente começou a incrementar a quitanda com produtos para fazer uma feira só. Assim, o cliente chega aqui e não precisa sair para o supermercado”.</p>
<p>Já pensou em deixar levar suas roupas na costureira, enquanto seu carro é lavado e encerado? Atualmente muitos shoppings oferecem serviços variados e que poupam tempo. Existem pet shops, costurarias, sapatarias, e até mesmo serviço de lavagem de carro.</p>
<p>E o que te parece sair para comprar o material escolar para seu filho e já comprar um souvenir de presente para o aniversário da semana? Papelarias viraram sinônimo de ‘lojas de presente’. Na maioria delas, você encontra os tradicionais materiais escolares até porta retratos, canecas, enfeites, fronhas de travesseiros, entre muitos artigos para casa.</p>
<p>E para o lazer do final de semana, seria uma boa alugar um filme e alugar livros para suas crianças, não é mesmo? Com a crescente pirataria, algumas vídeo locadoras passaram a alugar livros.</p>
<p>Esses são apenas alguns exemplos de negócios que ampliaram a sua atuação no mercado, pensando no consumidor moderno, aquele que exige tempo e praticidade nas ações cotidianas.</p>
<p>Desvendando a Geração Y<br />
O consumidor pertencente a chamada Geração Y é jovem e tecnológico. Sua agenda possui compromissos que somam mais de 24 horas no dia, e, portanto ele não possui tempo para ‘pular’ de comércio em comércio.</p>
<p>Para ele, tempo é dinheiro, e tempo é precioso. Portanto quanto mais facilidades ele encontrar em um único local, melhor. Não importa se ele terá de pagar mais caro por isso, pois o novo consumidor demanda praticidade.</p>
<p>Na contra mão<br />
Da mesma forma que o ‘alongamento’ de alguns estabelecimentos garantem sucesso e rentabilidade.  A especialização em diferentes públicos alvo garante um atendimento customizado. </p>
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		<title>Qual é o momento certo para pedir aumento ao chefe?</title>
		<link>http://www.v2v.com.br/qual-e-o-momento-certo-para-pedir-aumento-ao-chefe-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 18:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você ensaiou a primeira vez; disse a segunda em voz alta, e quando foi conversar com o chefe ‘amarelou’&#8230; Por Roberta Branco Existem certos assuntos que são tabus dentro de qualquer empresa. E nenhum deles causa mais desconforto tanto para o funcionário quanto para o chefe do que o aumento do salário. Para quem vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você ensaiou a primeira vez; disse a segunda em voz alta, e quando foi conversar com o chefe ‘amarelou’&#8230;</p>
<p><span id="more-751"></span></p>
<p>Por Roberta Branco</p>
<p>Existem certos assuntos que são tabus dentro de qualquer empresa. E nenhum deles causa mais desconforto tanto para o funcionário quanto para o chefe do que o aumento do salário.</p>
<p>Para quem vai pedir, o constrangimento é grande. O profissional ensaiou várias vezes como chamar seu chefe “de canto” e tocar no assunto. Mas mesmo assim, é como se ele estivesse indo para uma batalha e pertencesse ao front.</p>
<p>Para o lado de lá, o chefe fica numa ‘saia-justa’. Afinal de contas, se a intenção da empresa fosse aumentar o salário deste profissional, o próprio chefe teria tomado as providências necessárias.</p>
<p>Então, como fazer para incrementar a renda no final do mês? Conversamos com alguns especialistas no assunto e separamos algumas dicas para você.</p>
<p>Quem não arrisca não petisca<br />
Você já deve ter ouvido esta frase não? Ou que tal ‘quem não chora não mama’? Não é à toa que estas são crenças populares; pois elas funcionam!</p>
<p>Se você acha que é hora de solicitar um aumento, não há motivos para não fazê-lo. Há apenas que se analisar três principais pontos.</p>
<p>1.  Diagnóstico: O principal deles é fazer um diagnóstico do que se passa na empresa. Isto é, em épocas de crise financeira e cortes de gastos, a melhor opção é liderar sua área e postergar a conversa.</p>
<p> 2. Hierarquia: A segunda avaliação a ser feita é com relação ao valor proposto. Isto é, não se esqueça que você é subordinado à alguém, e provavelmente existe outro profissional que responde diretamente a você. Não se esqueça que o valor proposto deve obedecer a escala hierárquica da empresa.</p>
<p>3. Defenda seus argumentos: Mostre ao seu supervisor os motivos pelos quais você é merecedor deste acréscimo e cargo. Este talvez seja o momento de avaliar o status do seu progresso com relação às metas da companhia.</p>
<p>Por que pedir aumento salarial?<br />
Aumentar sua remuneração não significa apenas que ao final do mês sua conta bancária estará ficando “mais gordinha”. A ação expressa duas novas obrigações: a primeira delas é que a partir de agora, é seu dever sentir-se mais motivado para trabalhar e vestir a camisa de sua empresa.</p>
<p> Além disso, o peso do bolso pode ser refletido no peso das novas responsabilidades. Ou seja, cabe a você fazer jus ao novo salário e cargo.</p>
<p>Qual é o melhor momento?<br />
Não existe ‘momento ideal’ para pedir aumento. Os problemas do dia-a-dia não deixarão de acontecer; o telefone não irá parar de tocar; seu chefe não chegará à companhia cantando “New York,. New York”; e o colega do seu lado não dirá: &#8211; “Pode ir mais cedo hoje que eu cubro seu horário”. Portanto a melhor hora é aquela em que você estiver pronto.<br />
Entretanto existem momentos que podem facilitar esta situação. Isto é, de acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, nas últimas duas décadas o mês de janeiro apresentou maiores índices de promoções.</p>
<p>Você está preparado?<br />
Colocados todos os pingos nos ‘is’ basta você se fazer uma única pergunta: eu estou preparado para assumir as novas obrigações?</p>
<p>Se a resposta for positiva, respire fundo e converse com seu chefe. Seu discurso não será nenhum um pouco parecido com aquele que ensaiou em frente ao espelho, mas é melhor do que não se preparar.</p>
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		<title>Por que trabalhar na área comercial de TI é o melhor negócio do momento?</title>
		<link>http://www.v2v.com.br/por-que-trabalhar-na-area-comercial-de-ti-e-o-melhor-negocio-do-momento/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 13:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entenda por que este mercado se tornou tão atrativo para os vendedores e como você pode ingressar nele Por: Ana Leme Os números impressionam. O mercado movimenta cifras na casa dos bilhões de reais e o faturamento das empresas do ramo cresce a um ritmo de quase dois dígitos ao ano. Este é o mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entenda por que este mercado se tornou tão atrativo para os vendedores e como você pode ingressar nele</p>
<p><span id="more-749"></span></p>
<p>Por: Ana Leme</p>
<p>Os números impressionam. O mercado movimenta cifras na casa dos bilhões de reais e o faturamento das empresas do ramo cresce a um ritmo de quase dois dígitos ao ano. Este é o mercado de TI (Tecnologia da Informação), que se mostra cada vez mais atrativo para os profissionais, especialmente os da área comercial.</p>
<p>É difícil definir o que é TI, por causa da variedade de atividades e soluções fornecidas por recursos de computação. O mercado engloba desde computadores (incluindo seus componentes físicos) até softwares e redes.</p>
<p>Mercado em eterna expansão<br />
Estima-se que em 2014 haja escassez de 45 mil profissionais da área de TI. Ao todo, oito estados brasileiros irão demandar 78 mil profissionais, mas apenas 33 mil estarão aptos a trabalhar na área..</p>
<p>O estudo, realizado pela Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), analisouos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul.</p>
<p>O levantamento ainda apurou que apenas a Bahia, Minas Gerais e Pernambuco terão mão de obra suficiente em 2014.<br />
“O mercado de TI tem uma penetração horizontal na economia e se beneficia do bom momento vivido pelo Brasil. A queda da taxa de desemprego, a baixa nas taxas de juros, todo o clima favorável tem gerado mais investimentos, e a área de TI é fundamental para que as empresas possam se tornar mais eficientes e produtivas,” disse Jorge Sukarie Neto, presidente da Brasoftware.</p>
<p>O executivo crê que este movimento ainda se estenda por muitos anos. “Na medida em que a competitividade aumenta, a tendência é de que haja mais investimentos em tecnologia.”</p>
<p>Na opinião de Viviane Prazeres, gerente de contas de canal da Softwell Solutions, investir em tecnologia remete a progresso, redução de tempo e de custos, e ainda otimização e melhoria de processos. “Qual empresa não quer isto? A busca por eficiência e eficácia é uma realidade desde sempre, portanto dificilmente cessará a procura das companhias em investir neste propósito.”</p>
<p>Quero vender TI!<br />
Vendedores de qualquer área podem se dar bem na área de TI? Executivos do setor acreditam que sim. Segundo Viviane, da Softwell, vender é uma arte e quem se prepara pode ter uma oportunidade. “Acreditamos que os bons vendedores podem trabalhar com qualquer produto, desde que ele invista, principalmente, em entender o que está se propondo a comercializar.”</p>
<p>Para o presidente da Brasoftware, algumas características são imprescindíveis aos vendedores de TI. “Eles devem pesquisar o mercado, conhecer bem a linha de produto ou serviço com que irão trabalhar e receber qualificação específica para atuar neste segmento.”</p>
<p>Ele alerta também para o ciclo de vendas, que costuma ser mais longo do que os de demais setores. Por isso, é preferível que o profissional tenha um perfil um pouco mais técnico. “Também é importante gostar de tecnologia, mesmo que como usuário.”</p>
<p>TCP, gateway, modelagem de dados&#8230;<br />
Assim como em quase qualquer segmento de mercado, o setor de TI tem um vocabulário próprio. Os jargões costumam assustar quem nunca trabalhou na área antes. “Se o vendedor decide trabalhar com TI, precisará, no mínimo, conhecer a linguagem dos compradores, mesmo que seja superficialmente,” falou Viviane.</p>
<p>No entanto, Sukarie Neto, da Brasoftware, ressalta que os jargões são de rápida assimilação e a pessoa deve se preocupar com aqueles mais ligados à linha de produtos ou serviços que irá comercializar. “Isto [o jargão] não deve ser um impedimento para que o profissional ingresse na área,” disse.</p>
<p>Denise Yazbek, diretora de atendimento da Micro Focus do Brasil, trabalhava em uma agência de publicidade antes de começar a vender tecnologia. “Tive que fazer um grande esforço para entender os jargões. Assinei revistas da área e salvei todos os sites sobre o assunto nos meus ‘favoritos’.” Além de entender o mercado, isso também a ajudou a descobrir quem eram os tomadores de decisão das empresas para as quais venderia.</p>
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		<title>Oito pontos-chave antes de fechar uma parceria</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 16:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que fazer quando os sócios já não se reconhecem mais? Por: Roberta Branco Escolher uma namorada ou um namorado é algo difícil, mas reversível. No caso de não dar certo, basta pronunciar a frase “Está tudo terminado” e pronto! Os presentes ganhos são colocados em uma caixa e doados. As fotos e mensagens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que fazer quando os sócios já não se reconhecem mais?</p>
<p>Por: Roberta Branco</p>
<p> Escolher uma namorada ou um namorado é algo difícil, mas reversível. No caso de não dar certo, basta pronunciar a frase “Está tudo terminado” e pronto! Os presentes ganhos são colocados em uma caixa e doados. As fotos e mensagens de celular são deletadas. O papel de parede do computador e a foto na mesa do escritório são trocados. Como dito: REVERSÍVEL.</p>
<p><span id="more-746"></span></p>
<p>Mas e no caso de uma parceria de negócio? O que fazer quando ambos já não se reconhecem mais?<br />
Neste caso a história é bem mais complicada. Para que você não tenha que pensar numa solução para este problema, basta não arranjá-lo. Antes de fechar uma parceria com seu ‘amigo-camarada’ dê uma analisada e reflita sobre os itens de comum acordo que deve haver entre os dois:</p>
<p>1) Os sócios precisam definir de onde vão partir: é uma franquia ou é algo próprio?</p>
<p>2) Aonde querem chegar: abertura de outras unidades ou aumentar ao máximo esta?</p>
<p>3) Como farão: quem entrará com o dinheiro (e quanto) e quem será o administrador?</p>
<p>4) Competências complementares: é recomendável que ocupem funções distintas dentro do negócio.</p>
<p>5) Ambições semelhantes: relacionado ao item 2, é necessário que quando a empresa começa a ganhar dinheiro, vocês saibam o que fazer. Vocês querem reaplicar e continuar gerindo o negócio ou querem comprar uma casa na praia? Não existe alternativa certa ou errada. Apenas devem caminhar juntos.</p>
<p>6) Exceções: não se esqueça de que ao pedir para abrir uma exceção para você, o caminho possui mão-dupla. Portanto, esqueça aquela retirada de dinheiro do caixa que pensava em fazer para passar as férias com a família.</p>
<p>7) Empregabilidade: arrumar emprego para um terceiro amigo, que não tem as qualificações necessárias, só porque ele está precisando é na certa um equívoco. Mais uma vez, não se esqueça de que este é um caminho de mão-dupla. O mesmo vale na hora de ‘descolar’ uma vaguinha para o sobrinho ou afilhado.</p>
<p> <img src='http://www.v2v.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Transparência e ética: sejam sinceros um com o outro e não tentem tirar vantagem. Isso pode afundar o barco, e no fim não sobra nada. Nem marinheiro, nem tripulação, nem barco e nem bote salva-vidas.<br />
Os ingredientes certos a receita errada&#8230;</p>
<p>Se mesmo assim, algo deu errado, procure a ajuda de um advogado. Entretanto não se esqueça de ter em mente a sua ética e dignidade.</p>
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		</item>
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		<title>Fique de olho na hora de abrir seu e-commerce</title>
		<link>http://www.v2v.com.br/fique-de-olho-na-hora-de-abrir-seu-e-commerce/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 14:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Abrir seu próprio negócio na internet é seguramente uma ótima fonte de renda. Mas por onde começar? Por Roberta Branco Espera-se que só neste ano o comércio eletrônico fature 18,7 bilhões, ante os R$ 14,8 bilhões registrados em 2010. Que tal esta oportunidade para inserir-se neste mercado que não para de crescer? Abaixo listamos cinco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abrir seu próprio negócio na internet é seguramente uma ótima fonte de renda. Mas por onde começar?</p>
<p><span id="more-743"></span></p>
<p>Por Roberta Branco</p>
<p>Espera-se que só neste ano o comércio eletrônico fature 18,7 bilhões, ante os R$ 14,8 bilhões registrados em 2010. Que tal esta oportunidade para inserir-se neste mercado que não para de crescer?<br />
Abaixo listamos cinco passos que não podem ficar de fora para o empreendedor que pensa em investir no e-commerce.</p>
<p>Primeiro passo: Análise de mercado</p>
<p>Mesmo que você ainda não tenha uma ideia do que quer vender, é necessário saber quais produtos e serviços saturaram o mercado e quais se encontram em falta.<br />
Ser apenas mais um neste ramo não convêm. Entretanto, não se esqueça de que para disponibilizar algo inovador, há que se pensar em todos os detalhes, pois não há como seguir um modelo pronto.</p>
<p>Segundo passo: Projeto do site</p>
<p>Faça um protótipo de como será seu site. Pense em todas as funcionalidades do mesmo, deste cadastro de clientes e envio de newsletter até novidades que devem ser atualizadas com frequência, para que chamem a atenção de seu cliente.<br />
Pondere os produtos que serão disponibilizados, e como eles serão entregues (parte logística). Não se esqueça de montar um planejamento financeiro de acordo com seu bolso.<br />
Pense nas formas de pagamento que você disponibilizará ao seu cliente. São diversas opções, com suas respectivas vantagens e desvantagens. Analise qual delas melhor se aplica ao seu negócio.</p>
<p>Terceiro passo: Faça cálculos</p>
<p>A melhor forma de manter um bom relacionamento com seu fornecedor é comprando com frequência. Portanto faça cálculos dos pedidos que mais saem e dos que já estão em estoque.<br />
Não faça pedidos muito grandes, que podem trazer prejuízo com um estoque muito grande. Pense sempre que da mesma forma que você pretende vender todos os dias, seu fornecedor também.<br />
Desta forma vocês dois conseguem manter a estabilidade do negócio, sem viver ora picos de vendas e ora acúmulo de mercadorias.</p>
<p>Quarto passo: De olho nas redes sociais</p>
<p>Aproveite as redes sociais como forma de disseminar seu site. Faça promoções para que clientes curtam sua página no Facebook, ou para que os usuários do Twitter propaguem mensagens com sua #hashtag.<br />
Mas não se esqueça que da mesma forma que estas poderosas ferramentas  podem propagar boas informações a seu respeito, as mesmas podem destruir seu negócio em questão de horas. Esteja sempre alerta aos maus comentários.<br />
Também não se esqueça de que estes meios são importantes canais de comunicação entre você e seu consumidor. Disponibilize serviços como SAC e Atendimento Online.</p>
<p>Quinto passo: Não seja qualquer um</p>
<p>Não tenha medo se colocar seu negócio em prática, e não se esqueça de que existem opções que podem alavancar a sua empresa. Adquirir certificados virtuais que atestam a segurança e a qualidade dos serviços prestados pelos sites podem garantir uma boa cartela de clientes.</p>
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